Categoria: Tecnologia

Girls Who Code – mais do que um programa, é um movimento

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Quem lembra do nosso post sobre o Girl Geek Dinners não vai ficar surpreso com esse (não tão) novo movimento feminino.

Desde 2012, o Girls Who Code (GWC) trabalha para educar, inspirar e capacitar jovens mulheres com habilidades e recursos para buscar oportunidades acadêmicas e carreiras dentro da área de computação. Segundo o movimento, apenas 12% do estudantes de computação são mulheres;  enquanto outra pesquisa – conduzida pelo Womem 2.0 – sugere que menos de 5% das startups no setor de tecnologia são fundadas por mulheres.

Até 2020, o Ministério do Trabalho dos EUA projeta que haverão 1,4 milhões de vagas para especialistas de computação. Para alcançar a igualdade entre gêneros até esse ano, as mulheres devem preencher 50% destas vagas, ou seja, 700mil vagas na área de computação. Mas se apenas 12% dos estudantes são mulheres, não há possibilidade das mulheres preencherem essas posições, e é aí que o GWC entra! O movimento planeja atingir, educar e formar 1milhão de jovens mulheres até 2020! 😉

Junto com educadores, engenheiros e empresários, o GWC desenvolveu um novo modelo para ensinar ciência da computação, introdução à robótica, webdesign e programação de apps. Essas novas idéias são incentivadas por empresas como Microsoft e Google, mas também pelas maiores engenheiras e empresárias das indústrias de computação.

Os cursos do GWC envolvem 8 semanas de aulas, palestras, workshops e visitas à empresas de tecnologia; são mais de 300 horas de imersão no mundo da computação e como trabalho de conclusão de curso as alunas desenvolvem – por exemplo – aplicativos para os novaiorquinos com mobilidade reduzida usarem o metrô, ou aplicativos no Twitter para começar clubes de livros e retornam à suas escolas para recrutar mais mulheres para se juntarem às Girls Who Code.

Se interessou? Acesse a página do Facebook ou o site oficial do movimento Girls Who Code.

Tubby é proibido no Brasil antes mesmo do lançamento

Nem estreou e já foi proibido! | Imagem: Tubby/Reprodução

Na última quarta-feira, a 15ª Vara Criminal de Belo Horizonte proibiu o lançamento e o uso do Tubby, o aplicativo “revanche” que permitiria avaliar as mulheres do Facebook. A ordem emitida prevê uma pena diária de R$10 mil caso a decisão seja descumprida, coitados dos desenvolvedores!

O juiz Rinaldo Kennedy Silva, da Vara Especializada de Crimes Contra a Mulher da capital mineira, foi quem deu o veredito com a proibição de disponibilização do aplicativo tanto na GooglePlay Store quanto na AppleStore. Além disso o Facebook e a equipe de criação do Tubby também estão proibidos de disponibilizarem publicamente o app.

Após ter recebido o pedido de ação promovido por algumas entidades feministas – como a Marcha das Vadias e o Movimento Mulheres em Luta – e embasado na Lei Maria da Penha, o juiz entendeu que o aplicativo poderia submeter as mulheres à violência psicológica.

“A informação na internet se propaga muito rápido. Depois que o estrago está feito é difícil ou quase impossível de reparar”, disse a advogada e integrante do movimento coletivo Margarida Alves, Fernanda Vieira Oliveira.

O Lulu continua firme e forte… agora é só esperar o kissuco ferver nas redes sociais! 😉

Girl Geek Dinners

Girl Geek Dinners

O Girl Geek Dinners foi fundado em 16 de Agosto de 2005, em Londres, por conta de uma mulher que se irritou e se frustrou em ser uma das únicas mulheres presentes em eventos técnicos. Ela estava cansada de ser presumida como a “garota do marketing”, cansada de ter que constantemente se provar e decidiu que ela queria ser tratada como qualquer outro geek lá, independente do gênero ou da idade. Afinal de contas, ser geek é ser inteligente, ser apaixonado por uma área e conhecê-la a fundo. Não é sobre ser melhor que outros, ou sobre gênero, raça, religião ou qualquer outra coisa. Essas coisas tiram o foco das coisas que são divertidas, como a tecnologia, a inovação e a disseminação de novas idéias.

Então o que essa mulher fez para mudar o mundo das geeks ao redor do mundo foi entrar em contato com alguns blogueiros conhecidos, postar sobre sua idéia de ter alguns geeks para palestrar para outros geeks durante um jantar, e então ela promoveu o primeiro “Jantar de Mulheres Geeks” com a ajuda de suas amigas.

Este primeiro evento teve a presença de 35 pessoas, todas de Londres e cidades vizinhas, e logo depois disso as pessoas começaram a ouvir sobre os eventos e as empresas começaram a patrocinar os jantares, cobrindo os custos com comida e bebida.

Um típico evento desta organização seria um jantar informal – normalmente em um restaurante que aceita reserva para grupos, mas cuja comida pode ser selecionada; seguida de uma apresentação de alguém com um profundo conhecimento e paixão pela sua área de atuação, na indústria de tecnologia.

A partir disso, estes eventos começaram a aparecer em outros lugares do Reino Unido, depois que ela treinou outras mulheres para organizar jantares, e disseminar a fórmula dos eventos. Então eles começaram a aparecer também na Europa, no Canadá, na Nova Zelândia e na Austrália.

Sarah BlowNão sabemos ao certo aonde o próximo evento aparecerá, mas sabemos que Sarah Blow (hoje Community Manager do TweetMeme) fez tudo o que estava ao seu alcance para integrar as mulheres geeks na indústria tecnológica.

 A Missão do Girl Geek Dinners é:

  • Quebrar os antigos esteriótipos sociais;
  • Identificar rotas para barreiras à qualquer um que queira entrar no mundo da tecnologia;
  • Encorajar e alimentar aqueles interessados em tecnologia;
  • Trabalhar com escolas, faculdades e universidades locais para encorajar mulheres à entrarem na indústria tecnológica;
  • Ajudar aquelas que já estão na indústria e trabalhar em conjunto para descobrir os problemas e as soluções;
  • Incluir homens, mulheres e crianças nessa jornada… e não excluir os homens dos eventos do Girl Geek Dinner.
    Quando é que nós mulheres do PussyCast vamos marcar um jantarzinho, ein?

Tecnosexual

technosexual

Depois de anos cultivando conhecimento em tudo que fosse tecnológico, e ganhando o titulo de “cara do computador” em casa e no trabalho, os entusiastas radicais da computação já ouviram quase todos os termos carinhosos e pejorativos que vêm junto com o status. Geek, nerd, dweeb, tecnófilo, entusiasta tecnológico, gadgeteer, techie, anti-social… E a lista continua! Mas quando parecia seguro sair pelas ruas empunhando estas bandeiras, Ricky Montalvo aparece na cena para lançar o mais novo termo da classe: tecnosexual.

O termo é derivado da combinação das palavras (mais…)

Retrode gamer para sua nostalgia!

Para você que é gamer nostálgico e não consegue se libertar do passado (e porque haveria de querer não é?), e mesmo com tantas ferramentas e simuladores ainda não acostumou jogar teus jogos preferidos no PC ou nos atuais consoles, calma, há salvação.

A Retrode lançou um novo adaptador USB para PCs e MACs que permite jogar games da Super Nintendo e Mega Drive usando cartuchos e controles originais.
Para as garotas (nós também jogamos e muito) que preferem ver o encanador mais famoso do mundo salvando a sua preciosa Peach, ou ainda para quem mantém á 7 chaves sua coleção de cartuchos do Street Fighter, Chrono Trigger, Mortal Kombat, Sonic e entre outras pérolas.O aparelho chamado de Retrode 2 é um leitor de cartuchos que plugado no seu computador irá reproduzir de forma ROM oficial salvando teus jogos fora do cartucho, permitindo a entrada de quatro controles do SNES e Mega Drive (dois por console). Ainda sim você vai precisar de um emulador no seu computador, mas nada que dificulte você jogar com os originais cartuchos e controles.

O Retrode 2 pode ser comprado diretamente pelo site da  Retrode. O aparelho custa 85 dólares (65 euros) e o frete para o Brasil é de cerca de 15 dólares (10 euros).

Para essa e outras matérias confiram no Mundo Freak.

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