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O que é Sexo Tântrico?

Sexo tântrico é chegar a um prazer extremo, muito mais do que existe no orgasmo tradicional, e manter esta sensação por um tempo bem superior ao considerado normal.

Mas não adianta ser apressado, achando que isso vai ajudar, pois no sexo tântrico não pode haver pressa. Quanto mais ele demorar a acontecer, melhor será! Isso acontece porque toda energia retida durante o sexo, quando liberada, surge sob forma de uma explosão. O casal chega a perder a noção de tempo enquanto transa.

O objetivo não se resume ao hiperorgasmo, mas todo o conjunto de excitação e carinho que envolve cada um. O prazer está em percorrer o caminho para chegar até o ponto desejado. Em média, uma relação sexual dura em torno de 15 minutos, já no sexo tântrico ela dura, no mínimo, duas horas. Caso haja ejaculação em menos de uma hora, acaba se considerando ejaculação precoce.

De origem indiana, o sexo tântrico é considerado uma meditação a dois, um acontecimento sagrado. Durante o ritual tântrico de amor, a mulher se transforma na deusa Shakti e o homem, em Shiva, seu consorte. Juntos, eles se misturam à energia do universo. No sexo tântrico quem domina a situação é a mulher. Ela é vista na relação como uma divindade que conduz a relação. A deusa Shakti é o coração do Tantra. Ela é o poder e a intensa energia feminina que conduz ao êxtase e à iluminação.

shiva e shakti

O sexo inicia-se com troca de palavras afetuosas, trocas de carinho e de contemplação simultânea de ambas as partes. Não existe egoísmo. Ambos aproveitam e se doam. No sexo tântrico, não existem atitudes agressivas e violentas. Não existe “sacanagem” e o que se procura é fazer amor, literalmente amor. Aliás, a forma mais correta de denominação seria “amor tântrico”.

A filosofia é bem mais complexa do que se pensa, mas vale a dica de repensar no tempo que você está levando para fazer amor com seu parceiro(a). Nem sempre qualidade quer dizer imediato! 😉

A Nova Tribo dos Assexuais

Assexualismo

Michael Doré tem 28 anos e nunca beijou. Nem pretende. Beijos, carinhos e qualquer forma de contato íntimo lhe causam repulsa. “O sexo me enoja”, diz, “Sou um assexual convicto”. É quase impossível imaginar que um cara como ele, charmoso, bem-sucedido — ele é norueguês, matemático e PhD da Universidade de Birmingham, na Inglaterra —, sequer pense em transar. Ainda mais nos dias de hoje, em que sexo e orgasmo são quase uma obrigação. E, antes que você se pergunte o que há de errado com Michael, ele mesmo responde: (mais…)

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